Na segunda-feira, fui à aula e lá descobri o que tinha acontecido. Galera tava cansada e não foi feito zine e nem divulgação e nem nada. Até entendo, pois o Domingo no Campus é cansativo, isso eu posso afirmar. Mas nem avisar o público do evento? Eles só vão na programação noturna mas são público. No fim das contas, não por causa de panelas ou qualquer tipo de fuxico que rola no meio do grande público, só os interessados que sabem das informações por trás das máscaras. Acho que eu era o único estudante da UFMT lá. O resto fazia parte, talvez, de uma tal base viciada que precisa ser mudada.
Seria isso reflexo da maquiavélica retirada de "gorduras" do Domingo no Campus? Talvez o abuso de práticas direitosas acabe com o ânimo e a força para a execução de eventos com o cunho do Domingo no Campus. Foi uma briga para uma empresa participar ajudando o evento. Embates ideológicos memoráveis. Embates que eu comecei por ser o representante da empresa. Atitudes direitosas foram aceitas e o que era ideologia bruta, virou farelo. Ao que parece, sem as gorduras o Domingo no Campus ficou SÓ A CAPA.